
“Emma não dormia, fingia estar adormecida e, enquanto ele cochilava ao seu lado, ela despertava para outros sonhos”
Diferindo um pouco dos meus últimos posts – que se debruçaram sobre livros de autores contemporâneos – neste post e em mais dois, farei jus aos grandes clássicos. Para isso, não me fiz de rogada. Apelei para três livros apaixonantes e de autores que marcaram época, seja pela audácia, seja pela singularidade: Madame Bovary de Gustave Flaubert, Primo Basílio de Eça de Queirós e Dom Casmurro de Machado de Assis. Publicados no mesmo século e tendo por temática o adultério – ou a suspeita dele, os três livros prometem fazer com que qualquer leitor pense em (re)ler os grandes clássicos.
Amor é bicho instruído
Olha: o amor pulou o muro
o amor subiu na árvore
em tempo de se estrepar.
Pronto, o amor se estrepou.
Daqui estou vendo o sangue
que escorre do corpo andrógino.
Essa ferida, meu bem
às vezes não sara nunca
às vezes sara amanhã.
O post de hoje é um pouquinho diferente dos outros. Diferente porque embora seja Carlos Drummond de Andrade, não é sobre um livro específico. É uma antologia de poemas que eu adoro.
“No ano de meus noventa anos quis me dar de presente uma noite de amor louco com uma adolescente virgem. Lembrei de Rosa Cabarcas, a dona de uma casa clandestina que costumava avisar aos seus bons clientes quando tinha alguma novidade disponível.”
Gabriel García Márquez é um escritor colombiano renomado e ganhador do Prêmio Nobel de Literatura em 1982 com a obra-prima “Cem anos de Solidão”. Em 2004, Márquez reafirma sua grandeza e bom humor com o livro Memória de minhas putas tristes.
Nada mais prazeroso do que ler numa tarde nublada um livro como O Último voo do Flamingo, de Mia Couto – publicado em 2000.
Mia Couto é um consagrado escritor contemporâneo moçambicano. O escritor traz à cena as culturas tão singulares em África e retrata os problemas dos anos posteriores à Guerra Civil de Moçambique. Guerra que matou 16 milhões de pessoas e deixou pelo menos um milhão de mutilados (número que meu professor de Literaturas Africanas enfatizou durante todo o semestre).
Ainda seguindo a minha lista TOP FIVE, hoje eu trouxe a reflexão e os questionamentos sobre a obra Dois Irmãos, de Milton Hatoum.
Hatoum é um escritor brasileiro contemporâneo e considerado um dos grandes escritores vivos do Brasil. Sua primeira obra – Relato de um Certo Oriente é considerada uma obra-prima. A segunda, Dois Irmãos, só saiu onze anos depois – em 2000 – e fez bonito.
Para inaugurar a sessão, escolhi um dos livros da minha lista TOP FIVE: Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago. Não só porque o livro é muito bom. Mas também porque o filme é muito bom.
Logo no segundo parágrafo nos deparamos com o grito desesperado “estou cego”. E, assim, a cegueira que invade os olhos dos personagens como um mar de leite, espalha-se rapidamente: primeiro para os que têm contato com o primeiro cego e, logo depois, para toda a cidade. Trancados em um manicômio pelas autoridades, os cegos estão destinados a reaprender a viver em sociedade, lidando com a sujeira, o caos e o primitivismo.
Gustavo Ferreira - Nocanto e Rock’n'Beats apresentam Copacabana Club, dia 30 de julho
A copacabana ideial pra mim também fica no RJ, mais não é essa tão...
Bruna - Nocanto e Rock’n'Beats apresentam Copacabana Club, dia 30 de julho
A promocao ta valida ainda????? Aiiiiiiiiiiiiiiiii fui pensar em vips soh...
Lucas Teixeira - Nocanto e Rock’n'Beats apresentam Copacabana Club, dia 30 de julho
Minha Copacabana para este fim de semana, podería ser Maresias, um...
Lígia - Nocanto e Rock’n'Beats apresentam Copacabana Club, dia 30 de julho
Minha Copacabana ideal para essa noite seria “NoCanto”, com o meu...