QCLV indica: Circo Roda Brasil

Publicado em 11 de julho de 2009 por Mirela Leme

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Estamos aqui, no interior, mas quero indicar, para quem tem oportunidade, e também para nossos leitores de São Paulo, a irem até o Memorial da América Latina para ver o espetáculo Oceano, do Circo Roda Brasil, que vai estar em cartaz até o dia 2 de agosto. O ingresso custa apenas R$ 20, e vai mostrar o quanto vale a pena.

O espetáculo é uma mistura de circo e teatro, com palhações do grupo Parlapatões e bonecos gigantes Pia Fraus.

A apresentação, que dura quase duas horas, tem até intervalo para abastecer a pipoca.

Porque ir?

Não importa se você é criança ou adulto. Se for for adulto então, é melhor ainda, porque o espetáculo te faz sonhar, te emociona, te viver uma sensação única, e te prende a atenção, do início ao fim, você volta à infância e não quer sair dela.

É uma oportunidade acessível para mostrar que o Brasil também produz coisas muito boas. Eu nunca assisti Cirque du Soleil, mas depois do Circo Roda Brasil, a minha vontade passou totalmente.

Isto porque é uma cultura acessivel, que compensa, e assim, podemos dar valor ao que é daqui, ao que é nosso. E é maravilhoso, é único, inesquecível.

Serviço

Memorial da América Latina

Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664

Telefone: (11) 3867.2398

Bilheteria: aberta somente nos dias de espetáculo, duas horas antes das apresentações. Aceita dinheiro ou cheque. Não aceita cartão de débito, nem crédito. O local tem 700 lugares.

Venda por telefone: Ingresso Rápido – 4003.1212

www.ingressorapido.com.br

Sextas 21h, Sábados às 16h e 20h; e Domingos às 16h e 19h.

Ingressos: R$ 20

Crianças de até 01 ano não pagam.

Duração: 100 minutos (com intervalo)

Classificação etária: Livre

Acesso facilitado para portadores de deficiência física.

Estacionamento Portão 04. Preço: R$ 5.

CURTA TEMPORADA: ATÉ 2 DE AGOSTO

Site oficial e nossa fonte: www.circorodabrasil.com.br

Abasteça-se! E traga gente junto!

Mirela Leme.

Fotos: Luiz Donoreto (também pelo site)

QCLV acompanha, e até participa, de peça “A Brava”, em Nova Odessa

Publicado em 7 de julho de 2009 por Mirela Leme

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Além de apoiar e divulgar a cultura, inclusive de Nova Odessa, nós do QCLV fazemos questão de participar dos eventos culturais que postamos. No último sábado, dia 4, parte do time QCLV, no caso eu, Pepê, Fernando e Alda (a grande mãe do site), acompanhamos a peça “A Brava”, que aconteceu no Convívio Municipal, em frente à Prefeitura de Nova Odessa.

Podemos dizer, com absoluta certeza, falo por mim e tenho propriedade para falar por eles, já que continuamos empolgados com o teatro e com a “Brava Companhia” até agora, que fomos um dos poucos sortudos a nos abastecer da cultura que o grupo trouxe até o interior. Sortudos porque, em uma cidade com quase 50 mil habitantes, somos alguns dos 50 expectadores que passaram e permaneceram no local até o fim, e que aplaudimos, até que a mão doesse, um espetáculo de extrema qualidade.

A excitação com a peça continua até agora por diversos motivos, entre eles, que não precisamos ir até São Paulo, ou Rio de Janeiro para acompanhar, que fique frisado que gratuitamente, a melhor peça de todas as nossas vidas. Os atores vieram até nós, sem grandes luxos, mas com um figurino e cenário perfeito, um espetáculo perfeito.

“A Brava” é a adaptação da história de Joana d’Arc, que assumo, sabia bem pouco, aliás, a guerreira era conhecida com pelo nome que a peça leva. E que fique bem explicado, “A Brava” vem de bravura, de coragem, de ousadia, que é o que o espetáculo mostra que foi Joana d’Arc.

“Inspirado na história de Joana D’Arc. E em nossa história”, diz o marcador de livros que foi presenteado pela companhia aos presentes. O espetáculo é encenado pelos atores Fábio Resende, que também é o diretor, Márcio Rodrigues, Ademir de Almeida e Rafaela Carneiro. A atriz é a única que tem apenas uma personagem durante toda a peça. É Joana d’Arc, enquanto os outros três atores encenam, em pouco mais de uma hora de peça, mais de dez outros personagens.

A peça é inteligente e engraçada ao mesmo tempo, os atores misturam música, de autoria própria, que me remetem à Cordel do Fogo Encantado e incluem temas atuais, como foco no que está acontecendo na cidade, no Brasil ou no mundo, entre as cenas. E como espetáculo de rua, atende à expectativa de interação com o público. Do QCLV, quem foi chamado para a roda foi o Pepê, o mais tímido de nós. E ele até cantou.

“Em 1431 o trono francês fez as acusações contra Joana d’Arc. Em 1456 as acusações contra ela foram retiradas, mas ela já estava morta. Em 1920, a mesma Igreja que queimou a heroína viva, a canonizou como Santa. Desde 2007, um grupo chamado ‘A Brava Companhia’ resolveu se apropriar de sua história, não para torná-la Santa, mas para difundir sua inquietação através do teatro”, contaram, em coro, os atores ao público presente.

Após a encenação, nós do QCLV tivemos a oportunidade de conversar um pouco com os atores, que contaram um pouco mais sobre a companhia e sobre a peça.

Tema

Segundo o ator e diretor da peça, Fábio Resende, a escolha de Joana d’Arc para o tema da peça, em 2007, veio de uma vontade que o grupo tinha. “Enfrentávamos um momento difícil, em que tínhamos nossas próprias buscas e resolvemos nos apropriar da história para a metáfora da ‘Brava’. A peça vem com aquela coisa de improviso, como um jogo e com trabalho corporal”, contou Resende.

Influência

Entre as influências do grupo, Resende destacou o trabalho do dramaturgo alemão Bertold Brecht (1898-1956), além de outros grupos de teatro. “Nos espelhamos em grupos que estão do nosso lado, que não tenham só atores encenando uma peça, que fazem uma pesquisa de teatro continuada, diferente do teatro comercial”, disse o ator e diretor.

Equipe

A peça, criada para ser encenada como é, ao ar livre, e não em espaços convencionais, hoje conta com uma equipe de sete pessoas. No início eram só os quatro atores e a produtora Kátia Alves. “A Brava” tem a direção de Fábio Resende, tem no elenco Rafaela Carneiro, Márcio Rodrigues, Fábio Resende e Ademir de Almeida, a dramaturgia é da “Brava Companhia”, o figurino de Ligia Passos e Karla Maria Passos, o cenário de Fábio Resende, Márcio Rodrigues e Mundano. Já a produção é de Kátia Alves, Luciana Gabriel e Maxwell Raimundo.

Próxima peça

Os atores nos contaram que já tem uma nova peça no cronograma do grupo. O espetáculo, que também vai ser de rua, para espaços não convencionais, vai se chama “O Errante” e deve ser lançada pelo grupo no mês de novembro. A intenção do QCLV é que possamos mais uma vez poder assistir, em Nova Odessa, com um público maior, cheio de gente realmente interessada em cultura, ou em qualquer outro lugar, a “Brava Companhia”.

Para conhecer mais sobre o grupo, o site da companhia é o blogdabrava.blogspot.com

Abasteça-se! E traga gente junto!

Mirela Leme.

Obs: As fotos são da amiga jornalista, artista, decoradora de festas infantis e blogueira  Luciana de Luca.

Leia-se www.ludeluca.blogspot.com e www.ratchimbum.blogspot.com

Casa Hermann Müller comemora 100 anos

Publicado em 7 de julho de 2009 por Eliana André

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O bairro Carioba, hoje considerado um dos pontos turísticos de Americana, é um local de grande orgulho para todos os americanenses. O desenvolvimento de toda cidade se deu nesta área, através da primeira fábrica, a qual recebeu o nome de Fábrica de Tecidos Carioba. O auge de tal desenvolvimento aconteceu com a administração da família Müller de origem alemã.

Conforme, a fábrica ia crescendo houve a necessidade da construção de uma vila para abrigar os operários, bem como os patrões, a partir daí foram construídas moradias para os funcionários, escola, hotel, cooperativa e a tão grandiosa Casa Hermann Müller, hoje conhecida como Casa de Cultura Hermann Müller, que neste ano completa 100 anos de construção.

Para comemorar tal feito a Secretaria de Cultura e Turismo de Americana preparou para toda população, uma programação cultural especial dos 100 anos da Casa Hermann Müller.  As atividades acontecem nos dias 8, 9 e 31 de julho e 1 e 2 de agosto.

Marque na sua agenda e vá passar momentos agradáveis, num local repleto de beleza natural. E aproveite para conhecer um pouco da história dessa família que depositou tudo para o desenvolvimento desse local.

Programação:

8 de julho (quarta-feira) – 19 horas

- Execução do Hino Nacional
Banda Municipal “Monsenhor Nazareno Maggi”
Maestro Dailton Lopes

- Hino de Americana
Ivanfly Bueno Quirino
Interpretação:
Gustavo Spindola – Voz
Denis Talasso – Piano

- Exibição do Clipe
“Casa Hermann Müller”

- Uso da palavra
Secretário de Cultura e Turismo
Presidente da Câmara Municipal
Vice-Prefeito
Prefeito de Americana
Homenagem a família Müller

- Música “Carioba”
Cido Moreno

- Poesias “Carioba”
Marcelo Ferraz
Aline Nemêsis
Otávio Delaneza

- Exibição
Clipe do 1° Fórum de
Cultura de Americana

- Uso da Palavra
Diretor de Cultura

- Entrega Simbólica
Da “Carta de Cultura”

- Fechamento solene
Música “Minha Carioba”
Composição: Ivanfly Bueno Quirino
Intérprete: Ciça Chadô
Banda Municipal

- Exposição de quadros e fotografias
(área interna da casa)

21 horas
Grupo Passopreto

22 horas
Clube do Vinil – Som de Época

9 de julho (quinta-feira) – 9 horas
Atividades infantis
Grupo do projeto raízes
Contação de histórias

Público adulto
Proposta: Discussões teóricas que subsidiarão futuras
elaborações para o complexo Carioba

10 horas – Palestra – “Memória, imigração e educação”
Fábrica de Tecidos Carioba: Uma vida industrial
paulista no início do século XX, com a Dra. Maria
José F. de Araújo Ribeiro

15 horas – Palestra – “A Arqueologia e os múltiplos significados
para Americana e o Estado”, com Dr. Paulo Zanettini

Atividades infantis
Com o grupo do Projeto Raízes

18 horas – Show com o grupo de choro “Corta Jacas”

20 horas – Clube do Vinil, Som de época

31 de julho (sexta-feira) – 20h30
Grandes Valsas, com a Orquestra Sinfônica
de Americana e grupos de dança

21h30 – Grupo Musical
Top Cats, anos 60

24 horas – Clube do Vinil, Som de época

1 de agosto (sábado) – 9 horas
Proposta: Discussões teóricas que subsidiarão futuras
elaborações para o complexo Carioba

10 horas – Exposição temática

21 horas – Baile de Máscaras e grupos de dança

24 horas – Noite do Vinil

2 de agosto (domingo) – 9 horas
Catira – APAE Americana

9 horas – Grupo do projeto raízes
Contação de histórias

10 horas – Café Caipira, com Guaíra e Guaíba

15 horas – Grupo do projeto raízes
Contação de histórias

16 horas – Grupo de Samba
“Quarteto de Cordas Vocais”

Onde fica:
Casa Hermann Müller – Rua Carioba, 2001 – Bairro Carioba.
Eliana André

“O PASQUIM” comemora seus 40 anos

Publicado em 3 de julho de 2009 por Fernando

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“Mas eu vou me embora, vou ler meu “O PASQUIM”, se ela chegar e não me ver, sai correndo atrás de mim…”

Essa singela homenagem da música “Coqueiro Verde – Erasmo Carlos” nos faz recordar um pouco desse meio de comunicação que marcou história, pra história recente do nosso pais.

“O Pasquim foi um semanário brasileiro editado de 1969 a 1991, reconhecido por seu papel de oposição ao regime militar. De uma tiragem inicial de 20 mil exemplares, que a princípio parecia exagerada, o semanário (que sempre se definia como um hebdomadário) atingiu a marca de mais de 200 mil em seu auge, em meados dos anos 70, se tornando um dos maiores fenômenos do mercado editorial brasileiro.

A princípio uma publicação comportamental (falava sobre sexo, drogas, feminismo e divórcio, entre outros) o Pasquim foi se tornando mais politizado a medida que aumentava a repressão da ditadura, principalmente após a promulgação do repressivo ato AI-5. O Pasquim passou então a ser porta-voz da indignação social brasileira.” (Wikipédia)

O jornal O Pasquim marcou época, em plena ditadura foi um instrumento de combate à censura utilizando muito humor. Possuia uma equipe de fazer inveja a qualquer um: Paulo Francis, Tarso de Castro, Jaguar, Ziraldo, Millôr Fernandes, Henfil, Ivan Lessa, Ferreira Gullar, Sergio Cabral, Flávio Rangel e muitos outros. Belos tempos.

No mês passado, mais precisamente no dia 23 de junho, O PASQUIM comemorou seus 40 anos, em uma festa promovida pela editora carioca “Desiderata” que aproveitou a data para lançar dois volumes recentes dedicados ao jornal que enfrentou a ditadura militar.

Inclusive, essa festa teve a participação dos integrantes do CQC (custe o que custar). Assista o video pra saber um pouquinho do que foi essa festa, que apesar das piadas, é bem interessante:

Fica aqui o reconhecimento do QCLV a esse instrumento importante de comunicação, que deixou suas marcas no nosso país, mostrando o poder do nosso povo.

“Canta Santa Bárbara” acontece neste domingo

Publicado em 3 de julho de 2009 por Eliana André

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O “Canta Santa Bárbara” criado em 1997, pela Secretaria de Cultura e Turismo, já recebeu diversos artistas de vários estilos. A primeira edição de julho ocorre neste domingo (5), na Estação Cultural, a partir das 9 horas. Com apresentações de artistas locais e da região como o grupo Cururu, Marco e Paulo, Carlos e Odair, Filhos d’Oeste e Ednilton e Ednaldo.

Esta edição terá como destaque o autor de obras literárias Clóvis Coelho Rocha, que tem três livros lançados para o público infantil, sendo eles, ‘Os peixinhos aventureiros’, ‘Zico – o papagaio bom de bico’ e ‘A águia de óculos’. Além dos próprios livros, Clóvis tem dois trabalhos expostos no Círculo Literário de Santa Bárbara.

Onde fica:
Estação Cultural – Avenida Tiradentes, nº 02 – Centro – Santa Bárbara d’Oeste.

Eliana André

Férias animadas no Sesc Piracicaba

Publicado em 3 de julho de 2009 por Eliana André

O Sesc Piracicaba irá promover durante as férias de meio do ano, atividades especiais para crianças e adolescentes. Serão exibidos filmes no Cine Clubinho, brincadeiras na praça, ginástica artítica e leituras.

Neste sábado (4/07), a garotada irá participar do “Lê pra mim”, que trata-se de um piquenique onde os adultos podem ler para as crianças. Os livros ficam em um baú e trazem histórias infantis sobre mundo encantado e muito mais. A participação é livre e gratuita. O “Lê-pra-mim” acontece todos os sábados e domingos de julho, das 12h às 15h.

Já para o domingo (5/07), a programação começa às 10h com a exibição do filme infantil “O pequeno príncipe” no Cineclubinho. Quem estiver mais afim de brincar, pode participar dos jogos na praça do Sesc, às 10h30. As brincadeiras de rua são gratuitas e incluem pular cordas, taco, mãe da rua, queimada, bolinha de gude e pião. Às 12h30, todos os domingos, pais e filhos podem participar da ginástica artística.

Às 14h, no domingo, acontece uma oficina com a artesã Silvia Mariano Hello, que ensina como materiais reciclados podem se transformar em brinquedos.

Onde fica:
Sesc Piracicaba – Rua Ipiranga, 155, no Centro.
Telefone – (19) 3437-9292.

Eliana André

Ainda hoje me lembro

Publicado em 30 de junho de 2009 por Eliana André

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Bom só agora me sinto mais confortável para escrever sobre alguém que fez parte de toda minha adolescência e juventude. Michael Jackson, não foi apenas um bom cantor, dançarino e compositor,  ele foi  um ser humano solidário, no qual ajudou milhares de crianças espalhadas pela África e várias instituições. Mas poucas pessoas sabem disso, pois ele nunca fez questão de divulgar suas ações humanitárias.

Com o seu talento conquistou o respeito, carinho e atenção de milhões de fãs do mundo inteiro. Para nós fãs, ele apenas está descansando, com certeza num lugar tranquilo, onde não existem pessoas querendo prejudicá-lo e nem sua família interessada em seus bens.

Lógico que sentiremos sua falta, pois não teremos mais o prazer de vê-lo triunfar nos grandes palcos da vida e nem ouvir sua voz estonteante. Ainda hoje, me lembro daquele dia, quando tinha só 14 anos e vi pela primeira vez o meu grande ídolo cantando e dançando e todo aquele povo gritando o seu nome Michael, Michael, Michael… Pensei que o Morumbi ia desmoronar.

Suas músicas foram temas de filmes de Hollywood, seus passos de dança são imitados por diversos artistas (discípulos) e anônimos e várias histórias de vidas se construíram ao som de suas músicas. E não é porque morreu que a sua história irá acabar, muito pelo contrário ainda continuará nascendo fãs de MJ. É  o que eu sempre falo, quem é fã de Michael Jackson, sempre será fã de Michael Jackson!!

Michael Jackson não é apenas um nome, é uma marca registrada em nossos corações.

Eliana André

Lars and the Real Girl (A Garota Ideal)

Publicado em 29 de junho de 2009 por Mirela Leme

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Como não pude ir a São Paulo para ver Lars and the Real Girl (A Garota Ideal) no cinema, tive que baixá-lo da internet para assitir, tamanha a minha curiosidade.

Não sou fluente em inglês, nem intermediária, mas usei o nome original  filme, antes do português, porque foi assim que o conheci, e que traduz a essência do filme.

Para quem assiste uns cinco filmes na semana, já fica impossível ter o preferido, mas sim, este está, e vai estar por muito tempo entre os dez.

Lars and the Real Girl é sensível e intenso. Quem gosta de filmes de amor vai adorar, e quem gosta de desconstruir filmes, mais ainda.

Ao assistir o filme, percebi o quanto todos nós somos Lars, o quanto todos nós somos Bianca, e o quanto todos nós podemos ser resumidos naquela pequena cidade. Leia mais

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