Carnaval ainda é Cultura – “Os maiores sambas-enredos de todos os tempos do Carnaval Carioca”

Publicado em 10 de fevereiro de 2010 por Fernando

Carnaval chegando, todo mundo muito animado, o BLOCO DO MEGAFONE prestes a sair na avenida, e o QCLV não podia deixar de fazer uma sessãozinha especial para os nossos acompanhantes sobre essa manifestação artistisca pura e exclusivamente brasileira !

É por isso que a partir de hoje, até a próxima terça – feira (16), nós colocaremos no blog o especial “Carnaval ainda é Cultura”, relembrando e mostrando o que há de melhor nessa manifestação.

E para começar com o pé direito nessa quarta – feira, nós vamos começar com uma matéria da “Revista Música Brasileira” que fez uma lista dos maiores sambas – enredos de todos os tempos do carnaval carioca.

“Os maiores sambas-enredos de todos os tempos do Carnaval carioca”

“O levantamento foi feito pela revista Música Brasileira, há dez anos. Continua atualíssimo, porque seguramente de lá para cá não surgiram sambas que desbancassem esses aqui relacionados. Foram escolhidos por um júri de conhecedores: Aldir Blanc (cronista e compositor), Arthur Rocha (jornalista), Beth Carvalho (cantora), Cristina Buarque (cantora), Felipe Ferreira (jornalista e escritor, com doutorado em Carnaval), Jaguar (cartunista), João Carlos de Freitas (músico amador e pesquisador da MPB), Luis Fernando Vieira (professor universitário, escritor e pesquisador), Luís Pimentel (editor de Música Brasileira), Nei Lopes (escritor, pesquisador da cultura popular e compositor), Raquel Valença (pesquisadora e escritora, autora de livros sobre o carnaval e escolas de samba) e Sérgio Fonseca (compositor).

São os seguintes os sambas-enredo escolhidos, pela ordem de votos:

Heróis da Liberdade
(Silas de Oliveira, Mano Décio da Viola e Manoel Ferreira – Império, 1971).

Chica da Silva
(Anescar e Noel Rosa de Oliveira – Salgueiro, 1963).

Exaltação a Tiradentes
(Mano Décio da Viola, Penteado e Estanislau Silva – Império, 1949).

Os sertões
(E. Paula – Em Cima da Hora, 1976).

Cinco Bailes da História do Rio
(Silas de Oliveira, Dona Ivone Lara e Bacalhau, Império Serrano, 1965).

O Mundo encantado de Monteiro Lobato
(Darci, Luiz Batista e Hélio Turco – Mangueira, 1967).

Aquarela brasileira
(Silas de Oliveira – Império Serrano, 1964).

O grande presidente
(Padeirinho – Mangueira, 1953).

Bahia de todos os deuses
(Bala e Manuel Rosa – Salgueiro, 1969).

O mundo melhor de Pixinguinha
(Jair Amorim, Evaldo Gouveia e Velha – Portela, 1974).

O sonho de um sonho
(Martinho da Vila, Graúna e Djalma – Vila Isabel, 1980).

Kizomba, festa de uma raça
(Rodolpho, Jonas e Luiz Carlos da Vila – Vila Isabel, 1988).

Também foram lembrados pela equipe os sambas-enredos O sonhador das esmeraldas (Silas de Oliveira – Império Serrando, 1955), História do carnaval carioca (Geraldo Babão e Valdelino Rosa – Salgueiro, 1965), 1922, Oropa, Franca e Bahia (Matias de Freitas e Carlinhos Sideral (Imperatriz Leopoldinense, 1970), Sublime pergaminho (Nilton Russo, Zeca Melodia e Carlinhos Madrugada – Unidos de Lucas, 1969), Lendas e mistérios da Amazônia (Catoni, Jabolô e Waltenci – Portela, 1970), Se dá pra rir, dá pra chorar (Celso Trindade, Azeitona, Ronaldo, Ivar, Buquinha e Edmundo Araújo – Unidos da Tijuca, 1981) e Yes, nós temos Braguinha (Jurandir, Hélio Turco, Comprido, Arroz e Já, Mangueira, 1984).”

Fonte: Revista Música Brasileira

Abasteça – se de folia ! Carnaval ainda é Cultura !

Autor

Fernando

Fernando Rodrigues Ferreira da Silva, 21 anos. Atleta, babá da criançada.

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