Cachorro Grande que late rock’n roll!

Publicado em 29 de janeiro de 2010 por Mirela Leme

Há uma semana, a fila permanecia grande e estávamos a poucos instantes do show que vai ficar na história do NoCanto Bar, em Nova Odessa. Estou falando do show da banda Cachorro Grande, que foi o primeiro deles no bar, mas que deixou indícios de não ser o único.

Apaixonados declarados por cerveja que são, Beto Bruno, Marcelo Gross, Gabriel Azambuja, Pedro Pelotas e Rodolfo Krieger não dispensaram e beberam muita cerveja, fosse no camarim, fosse no palco. “Bebemos qualquer marca de cerveja”, me contou o vocalista, Beto Bruno.

No início do show, o vocalista gritou “Essa cidade de vocês e muito louca”, depois do show pergutei o por quê. “Aqui na cidade de vocês todo mundo é muito simpático. Foi coisa de bêbado esse show”, me respondeu. Bêbados ou não, quem esteve no bar na sexta, se divertiu com um incrível rock da Cachorro Grande.

Após o show, em um bate-papo com um dos donos do bar e DJ da noite, Vinícius Blanco, banda se identificou com os gostos dele. “Gostamos de muita coisa parecida. Enquanto esperávamos para o show e depois que ele terminou, ele colocou altos sons, que a galera estava curtindo, que são coisas que amamos e que foi o termômetro para sabermos o quanto o show foi bom”, definiu Beto Bruno.

O vocalista contou que semanalmente, a Cachorro Grande costuma se apresentar em dois bares, mas que os integrantes da banda nunca pesquisam sobre o bar que vão estar. “Não procurar saber sobre o bar é melhor ainda e o que eu mais achei incrível é que este show surpreendeu. Foi sensacional, o show foi surpreendente e a recepção dessa gente fez com que nos divertíssemos muito mais”, disse.

Ao questionar o vocalista se o bar atendia ao perfil do público da banda, ele me respondeu a resposta do que seria a minha pergunta final. “Eu quero voltar. Não é em todos os lugares que a gente se sente tão à vontade”, contou.

Agora, só nos resta esperar, ansiosos, pelo próximo show!

Autor

Mirela Leme

Mirela Leme, 25 anos, jornalista, apaixonada por cultura e todas as suas vertentes. É tagarela e sim, se apaixona fácil, pelas coisas e pelas pessoas. O apelido dela é Pipi, e ela adora que a chamem assim. Tem convicção que todo mundo pode influenciar as pessoas a serem mais cultas.

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